terça-feira, 19 de outubro de 2010

HIPERTEXTO-Traçando seus Próprios Saberes - 3.º A

1-O QUE É HIPERTEXTO?

Em uma obra intitulada Revolução na comunicação (1971), Carpenter e McLuhan agrupam uma série de pesquisadores que, naqueles anos, estudavam a comunicação de massa e mostravam-se ansiosos pelo futuro das comunicações. Nesse livro, Dorothy Lee aborda a linearidade no artigo “Codificações lineares e não-lineares da realidade” e é, logo em seguida, frontalmente combatida por Robert Graves.

Para ela, a linha seria parte fundamental da cultura ocidental, inclusive como fator que ajuda a organizar o mundo visível e as metáforas. Daí as razões pelas quais se insista em dizer que o texto impresso seja struturado sobre uma linha, reta e contínua, de certa forma uma linha obrigatória para o leitor. Lee oferece exemplos científicos para mostrar como a linha tem se manifestado em nossos afazeres acadêmicos:

A linha encontra-se, ou é pressuposta, na maioria do nosso trabalho científico. Está presente na indução e dedução da ciência e da lógica. Está presente na fraseologia de meios e fins do filósofo,linearmente combinados. Os nossos fatos estatísticos são linearmente apresentados como gráfico ou reduzidos a uma curva normal. E todos nós, creio eu, estaríamos perdidos sem os nossos diagramas. Traçamos uma evolução histórica; seguimos o curso da história e da evolução até o presente e partindo do macaco. (p. 174)

Robert Graves, na mesma obra, tece “Comentários sobre ‘Codificações lineares e não-lineares da realidade’”, capítulo linearmente depois do de Lee, no entanto, hipertextualmente conectado ao dela. Para ele, até mesmo o argumento etimológico é válido para rebater a idéia da linha como ponto fundamental da cultura ocidental. “A tirania da linha orientadora não pode ser muito antiga, a julgar pelas palavras que comunicam a noção de linearidade. Linha (line, em inglês) é o latim linea, que originalmente significava o fio esticado de linho pendente do fuso de fiar, e era inocente de direção lateral” (p. 192). Graves não defende, portanto, que seja a linha tão determinante do modo de pensar (e ler) ocidental, a julgar por sua recência.

No entanto, este tem sido um dos nós mais evidenciados nas discussões sobre o que seja o hipertexto. Para muitos, um texto obrigatoriamente não-linear, algo que tem como premissa que há textos lineares, ainda que apenas em seus formatos. Ainda daí deriva mais uma discussão que envolve o hipertexto: além de não-linear, o texto precisa estar dentro do computador, na tela, em ambiente digital. Para outros, nem tanto. Basta ser não-linear. Mesmo estando disposto no papel, tratar-se-ia de um hipertexto. O critério do ambiente de apresentação (o display da tela e o papel) pode ou não ser critério para que se considere o hipertexto, de qualquer forma, está em discussão... a linha.



1.1 O hipertexto é um modelo de pensamento

Atribui-se o início da história do hipertexto a dois personagens, vastamente citados nos textos que tratam, de alguma maneira, da história das NTIC: Vannevar Bush e Theodore Nelson. Cada qual, à sua maneira, contribuiu para a criação deste objeto ou modelo que, em algumas décadas, ganhou o espaço de objeto de estudo nos meios acadêmicos e entrou nas casas das pessoas, mesmo que elas não saibam que o “texto” ou o “ambiente” em que os usuários navegam pode ter esse nome.

Bush teria sido o responsável pela concepção do hipertexto. Ainda não com esse nome ou com todas as propriedades atribuídas a ele, mas já algo com a característica de fazer ligações entre informações por meio de nós, “encruzilhadas” virtuais e informacionais, por meio de uma máquina, à época já os sistemas informáticos e computacionais, embora em formatos bem menos compactos que os atuais.

Nelson teria sido o norte-americano que deu nome ao objeto descrito por Bush. O nome hipertexto teria sido cunhado para batizar um sistema mecânico em que as informações se ligassem por meio de links navegáveis, ou seja, uma espécie de mapa com percursos variados conectados por pontos acessáveis.
Construído o objeto dessa maneira, o leitor ou o usuário poderia acessar partes do sistema em qualquer ordem ou, dito de melhor maneira, em uma ordem que refletisse uma organização mais “pessoal” e menos enquadrada do que outros ambientes de texto. De certa maneira, Nelson idealizava uma maneira “customizada” de ler e escrever.

Alguns anos depois, já em 1965, o estudante de graduação em Harvard, Theodore Nelson, apresentou, em uma conferência nacional da Association for Computing Machinery, um projeto chamado Xanadu. Para o estudante, trava-se de uma visão do que poderia vir a ser o “hipertexto”, termo cunhado por ele para descrever algo muito parecido com a idéia de Vannevar Bush.

Segundo Nelson, em entrevista concedida a Jim Whitehead, a inspiração que o levou a desenvolver o hipertexto partiu da necessidade que ele mesmo sentia de trabalhar, lendo e escrevendo, em uma máquina capaz de apresentar os blocos de texto produzidos de forma não-linear, também de maneira que o autor pudesse mover as partes do texto e editá-las sem tanto trabalho quanto na escrita linear impressa ou manuscrita. Para ele, se os pensamentos eram estruturados de maneira não-seqüencial, não haveria motivos para fixá-los de maneira que parecessem lineares. Nelson diz, sobre a inspiração para Xanadu, que “o leitor tem que tomar essa estrutura linear e fazer a recomposição, colocando-a, de novo, na estrutura não seqüencial”.

Nelson tinha em mente um certo modelo de como escrita e leitura se davam e Xanadu mostrava-se uma maneira de realizar tais processos, ou uma forma de simular o que nos ia na mente enquanto formulávamos textos, seja lendo ou escrevendo.

É importante frisar, no entanto, que Nelson trazia entre as premissas de seu trabalho de engenharia de computadores que os textos não realizam o que a mente de fato faz; que os textos, de alguma maneira, sob a arquitetura do hipertexto, poderiam ser uma espécie de simulação do que se passa na mente humana ao escrever e ler; que essa “animação” dos processos mentais encontraria meios de se tornar um mecanismo externo e, portanto, extensor das capacidades mentais humanas.



1.2 O hipertexto é um modelo do funcionamento da mente

Depois da proposição da idéia e do nome do hipertexto pelos norte-americanos e a despeito da origem dos computadores e da Internet ser nos Estados Unidos, no final dos anos 80 e início dos 90 do século XX, a Europa, berço da escrita, do livro e da imprensa, reagiu à invenção das novas formas de ler e escrever. A França, por muito tempo guardiã da cultura impressa e fomentadora dos modos populares de ler (livros de baixo custo e ampla difusão), tem no nome de Pierre Lévy o grande filósofo e maior entusiasta do hipertexto.

Lévy publicou, em 1990, A conexão planetária, obra em que apresenta a teoria que chamou de “ecologia cognitiva”. Para o filósofo, o hipertexto era a metáfora de um mundo sem barreiras. Os textos e as pessoas estavam ligados de maneira complexa e não havia motivos para pensar o hipertexto apenas como a realização de um texto em que pequenos blocos de informação se ligavam por links. O conceito de hipertexto de Lévy foge ao domínio informático e traduz-se em domínios como o das cidades e o das bibliotecas (físicas).

Citado à exaustão, Lévy é chamado a reforçar quase todos os trabalhos sobre hipertexto da contemporaneidade. Não seria aqui o lugar de faltar a citação mais famosa do filósofo francês, qual seja, aquela em que ele define, de maneira concisa, um hipertexto:

Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. Os itens de informação não são ligados linearmente, como em Menos famosa do que essa, a citação a seguir, do mesmo livro, na mesma página, tem caráter bastante mais mecânico, não passando muito de uma descrição de máquinas e programas que vinham sendo pesquisados na década de 1990.

Funcionalmente, um hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimentos ou dados, a aquisição de informações e a comunicação. Em 1990, sistemas de hipertexto para o ensino e a comunicação entre pesquisadores estão sendo desenvolvidos experimentalmente em cerca de vinte universidades da América do Norte, bem como em várias grandes empresas. Estes hipertextos avançados possuem um grande número de funções complexas e rodam em computadores grandes ou médios. (LÉVY, 1993, p. 33)


Na obra O que é o virtual?, publicada no Brasil três anos depois do livro mais conhecido, a primeira preocupação de Lévy é estabelecer um conceito de virtual que não seja oposto ao de real. Para o filósofo, a virtualidade não pressupõe certa irrealidade ou inexistência. O virtual tem como outro gume o atual, em muito ganhando a característica de potencial. Depois de longas páginas de navegação por uma idéia sem nome, Lévy assume:

Desde o início deste capítulo, você ainda não leu a palavra “hipertexto”. No entanto, não se tratou de outra coisa a não ser disto. Com efeito, hierarquizar e selecionar áreas de sentido, tecer ligações entre essas zonas, conectar o texto a outros documentos, arrimá-lo a toda uma memória que forma como que o fundo sobre o qual ele se destaca e ao qual remete, são outras tantas funções do hipertexto informático. (LÉVY, 1996, p. 37)

Não fosse o adjetivo “informático”, ao final da citação, e Lévy teria definido o texto onde quer que ele estivesse, muito especialmente no sentido de Nelson, quando afirma que o leitor trabalha com arquiteturas hipertextuais quando se dá ao trabalho de ler, e o escritor faz o contrário quando tira um retrato, em duas dimensões, do texto que havia ideado.

Lévy também revela um conceito que lhe é caro, o de “tecnologia intelectual”, papel cumprido por todos esses mecanismos de realizar (externamente, simular) modos de trabalho da mente de quem escreve e lê: “Uma tecnologia intelectual, quase sempre, exterioriza, objetiviza, virtualiza uma função cognitiva, uma atividade mental” (1996, p. 38). Para o filósofo, o hipertexto é “uma matriz de textos potenciais” (1996, p.40) realizados na interação com o usuário. Visto sob esse prisma, o hipertexto é o produto da leitura de qualquer texto e o “ato de leitura é uma atualização das significações de um texto, atualização e não realização”. (1996, p. 41-42) A realização, provavelmente, se enquadria mais no que seria a ação de escrever o que a mente projetou. Hoje em dia, escrever em artefatos que possam simular, de maneira mais ou menos fiel, o que de fato ocorre na mente.

“Se ler consiste em hierarquizar, selecionar, esquematizar, construir uma rede semântica e integrar idéias adquiridas a uma memória, então as técnicas digitais de hipertextualização e de navegação constituem de fato uma espécie de virtualização técnica ou de exteriorização dos processos e leitura” (LÉVY, 1996, p.49-50). Com esta última citação, é possível entrever, apesar da longa discussão do autor em tantas obras, a idéia mais bem-formulada de que o hipertexto seja uma “tecnologia da inteligência”, um modo de exteriorizar o que se passa na mente enquanto ela opera com textos, ou seja, o hipertexto seria um modelo de como se lê ou de como a mente funciona para algumas atividades. Nessa mesma trilha, textos são, obrigatoriamente, objetos de escrita e de leitura intersemióticos, relacionados, sem muita distinção, a imagens, sons, cores, palavras, animação e, claro, os lugares onde estão realizados, o “suporte”.

Embora a citação mais conhecida e disseminada de Lévy considere o hipertexto a realização de uma arquitetura textual “informática”, o autor descreve o hipertexto como um modelo de funcionamento da mente em rede, também e principalmente fora das telas.



1.3 O hipertexto: objeto da informática ou do papel?

Roger Chartier, historiador francês, ofereceu, em seus livros, maneiras de se pensar o hipertexto e o computador como novos gestos de leitura e escrita, sempre sob a perspectiva da história de longa duração.

Os parâmetros comparativos deste autor levam a uma linha do tempo precisa e interessante, que termina por evitar que nos percamos em entusiasmos enganados e despreparados. Para ele, enciclopédias e outras organizações textuais já eram hipertextuais, embora com outra natureza.

Chartier não é exatamente um pesquisador preocupado com o hipertexto e com os aspectos cognitivos e psicolingüísticos da leitura. É um dos mais conhecidos pesquisadores da história do livro, objeto que foi ressignificado ao longo dos séculos, assim como do leitor e das práticas de leitura. Para ele, “entre as lamentações nostálgicas e os entusiasmos ingênuos suscitados pelas novas tecnologias, a perspectiva histórica pode traçar um caminho mais sensato, por ser mais bem informado” (2002, p. 9). É sob essa luz que Chartier aborda o hipertexto. Não como sua preocupação principal, mas como um dos artefatos de ler e de escrever, sempre considerado dentro de uma longa história de idas e vindas, extinções e inovações, assim como, principalmente, de concomitâncias e continuidades.

Alguns conceitos são caros ao historiador francês: leitura intensiva, leitura extensiva e a idéia de que nenhum texto pode ser abstraído do lugar onde está publicado ou realizado, sob pena de não se poder considerar, com justeza, os sentidos que meio e mensagem evocam, juntos. Com relação à leitura intensiva, explica Chartier (1998a, p. 23) que era aquela feita por um leitor que se debruçava sobre poucos livros, “apoiada na escuta e na memória, reverencial e respeitosa”. Livros não foram sempre objetos acessíveis ou baratos. Ler intensivamente era ler os livros possíveis, poucos, mas objetos de estima. Já a leitura extensiva, surgida no século XVIII (alguns séculos depois da invenção da imprensa, que tornou o livro a primeira mídia de massa), era feita por um leitor de muitos textos, “passando com desenvoltura de um ao outro, sem conferir qualquer sacralidade à coisa lida”.

O leitor de hipertextos, ao menos o dos hipertextos em ambiente digital, nasceu em um mundo de leituras extensivas, portanto não se aproxima do leitor de poucas possibilidades de tempos anteriores. Textos em profusão, em todos os lugares e suportes, são marca dos povos que estão em contato com a escrita e com o texto, já que vivemos inseridos em um “sistema de mídias” (BRIGGS e BURKE, 2004). Mas é a noção de que textos e suportes são inseparáveis que guia os estudos e as certezas de Chatier. O leitor interage com os objetos de ler, sejam eles tábuas de cera ou computadores. Chartier certamente rebateria afirmações segundo
as quais o leitor de textos em ambiente digital é mais ativo do que leitores de tela (LÉVY, 1996;.LANDOW, 1997).

...:::ATIVIDADE:::...................................................................
Prezados amigos alunos, a partir do exposto acima, formule um conceito próprio sobre HIPERTEXTO. (O Que é Hipertexto?) Não esqueça de verificar se não está escrevendo a mesma coisa que seus colegas.

Sugestão: para realizar esta atividade faça somente ela. Evite estar teclando no MSN/orkut/similares e fazendo a atividade. De preferência deixe “apenas” a janela do navegador em curso.
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26 comentários:

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  3. Na minha opinião hipertexto é uma forma de apresentação organização de informações escritas,em blocos de texto,apresentado em meio eletrônico computadorizado,de modo que o leitor pode forma diversas sequêcias associativas,conforme seu interesse.

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  5. na minha opinoao o hipertexto é um conjunto de textos ligados atravez de links que permitem que leitor entenda variados assuntos atravez de um unico texto, sendo esse eles virtuais.
    THALIA

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  6. hipertexto , é um tipo de programa para organizar conhecimentos e dados através de informação e comunicação seria o funcionamento da mente enquanto ela opera em algumas atividades . Também o conjunto de textos , palavras , imagens ou sons na forma de bloco.

    POR;Daniel Douglas Malaquias N:05

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  7. hipertexto
    Conceito- e uma especie de texto que contem um conjunto de informações,na forma de blocos, palavras,imagens e som,ou seja, em um unico texto e capaz de agregar varias imformações.

    DOUGLAS SOUSA N* 6

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  8. Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.Em palavras mais simples, o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação dos internautas.

    Hebert Ramon N°: 10

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  9. Se fosse-mos comparar um texto normal com um hipertexto, veria-mos que o texto normal é linear e construído para ser lido do princípio ao fim, enquanto o hipertexto é um texto sem sequência, sem método de organização, criado para permitir a quem ler o acesso à informação através de um modo que lhe tenha maior significado.
    Melhor dizendo, o hipertexto é um texto no qual um pequeno, mas detalhado dicionário já vem embutido, este pode ser consultado através de links que nada mais são que palavras como: nomes de pessoas, pais, ongues, etc.
    Se fosse possível abrir todos os links de um hipertexto e também visualizá-los, teria-mos uma estrutura similar a uma teia de aranha na qual cada nó representaria um link a ser aberto
    e visualizado.
    Whisnayder Gentil 3° A

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  10. Para mim hipertexto é um documento eletrônico composto de unidades textuais interconectados que formam uma rede de estrutura não linear, por meio de links, nos quais o leitor vai criando suas próprias opções e trajetórias de leitura, o que rompe o domínio tradicional de um esquema rígido de leitura imposto pelo autor.
    Raunan Rangel N°: 28

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  11. Hipertexto: e um texto em formato digital, que traz informações codificadas, podendo apresentar um único caminho ou caminhos variados, agregando informações em blocos de textos, imagens, palavras e ate sons.

    ALUNO:FLORIANO ARINO
    NUMERO: 8
    SERIE: 3ºANO "A"

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  12. O hipertexto é uma formação de dados informativos,que estão ligados entre si por uma conexão,que foi criado como uma forma de comunicação avaçada,conectando entre si o mundo inteiro.
    A compreensão do conceito do hipertexto se dá com o conhecimento de algumas conceitos elementares e a forma como os hipertextos diferem dos documentos em papel a que estamos habituados,portanto, causando curiosidade no leitor devido a forma de sua composisão textual,com imagéns,sons, e também a facilidade de acesso.


    NOME:Maria Antônia Oliveira De Lima Nº22

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  13. hipertexto e uma forma mas simples de amarzenar varios asssuntos em uma umica linha,de forma linear ou não linear,buscando facilitar e aumentar o conhecimento de um determinado assunto, pois atraves do hipertexto os asssuntos estão interligado.

    alexandre ricard n°03

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  14. O hipertexto apresenta uma forma de leitura não linear e que nos proporciona muitas possibilidades de leituras em diversos formatos e ordens de produção e utilização integrada a todos os meios de expressão e de comunicação.

    Nome: Raimundo Rage Soares de Lima

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  15. um hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens,etc.. que foi criado no início dos anos 60 por Theodore Nelson, para exprimir a idéia de escrita/leitura não linear, em um sistema de informática. O objetivo do hipertexto é o de permitir que o leitor possa desviar o fluxo da leitura para os assuntos referidos, no texto com o intuito de aprofundar a compreensão do texto inicial.

    NOME : ADELAIDE DANDARA LIMA FERNANDES Nº: 2

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  16. Um tipo de texto eletrónico , uma tecnologia informacional também o conjunto de textos , palavras imagens ou sons na forma de bloco.

    aluno: Daniel Douglas N:05

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  17. Hipertexto seria como a complementação de nosso raciocinio, ou seja, ela sempre irá promover ligações entre determinados assuntos, quem tem por objetivo nos mostrar de forma mais clara possivel todo o conteúdo de determinado assunto!!

    Através de links podemos de tal forma interagir com o assunto em questão,de forma diferente de um texto normal!!!

    Discente: Francisco das Chagas Rocha de Lima Júnior 3º "A"

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  18. Hipertexto é uma forma de embutirmos dentro de um texto outros textos referidos ao assunto, através de links que estão interligados que permite ao leitor criar suas próprias trajetórias de leitura.

    Aluno:MIRLA OLIVEIRA DE LIMA N:25

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  19. Hipertexto e um texto eletronico que pode fazer interaçao com os internautas que nao se segue uma seguencia de um texto normal,e sim a seguencia do nosso raciocinio e por ser um texto computadorizado pode-se usar varios recursos como:videos,imagens,palavras e etc,é um conjunto de informaçoes interligado entre si,foi criado como um meio de comunicaçao avançada e faz com que o leitor consiga compreender ium determinado assunto de forma mais rapida.
    Italla Lohany n:12

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  21. Hipertexto A cada dia os computadores estão sendo incorporados, cada vez mais, em todos os setores da sociedade. Daí surge conceitos que provocam profundas modificações nos valores da sociedade. Um desses conceitos é o de Multimídia que segundo palavras do professor Nelson Pretto: "Constitui-se num conjunto de possibilidades de produção e utilização integrada a todos os meios de expressão e de comunicação", ou seja, das diferentes mídias; sons, animação, texto vídeo, foto. Outro conceito associada a multimídia é HIPERTEXTO. O hipertexto possibilita a livre escolha do caminho a ser percorrido pelo usuário, agregando-se recursos como sons, imagens, animação tornando-se a consulta mais fácil e atraente. O hipertexto pode ser usado para disponibilizar a informação em catálogo de produtos, apresentação de empresas, softwares educacionais, publicação na Internet, Helps nos CD ROMs, Windows, e outras aplicações
    Carlos Afonso n°:40

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  22. Hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens,etc. E que foi criado para exprimir a idéia de escrita e/ou leitura não linear, em um sistema. O hipertexto tem como objetivo permitir que a pessoa que está lendo possa desviar o fluxo da leitura para os (variados) assuntos referidos no texto com a intuição de aprofundamento da compreensão do texto inicial.

    Aluna: Hellitha Roiz Gomes N°:11 3°"A"

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  23. Hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si através de links com textos e imagens pois permite ao leitor criar sua propria
    trajetória de leitura.

    Aluna:Tatiane Pereira da Silva Nº33

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  25. O hipertexto possibilita a livre escolha do caminho a ser percorrido pelo usuário agregando-se recursos como sons imagens animação tornando-se a consulta mais fácil e atraente. Por esse motivo que a internet faz tanto sucesso,por que quando esta lendo algo, e nao sabe o que significa uma palavra que viu no texto voce pode clicar em cima dela saber o significado e voltar para o texto anterior.

    Aluno: Paulo Victor Melo da Silva Nº26

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  26. Uma forma não linear de apresentar informações, onde num único texto nos leva a varios outros infinito textos possibilitando o acesso a outras páginas através de links. Assim nos proporcionando maior conhecimento e facilidade de aprendisados e facilitando nosso total conhecimento.

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